Frentista lança valor, não litro
O preço vira negociação na bomba. Sem teto, sem referência, sem como provar depois se o valor pago era justo.
Antes que o controle externo pergunte
Identificação do condutor, controle de rota e nota fiscal individualizada por abastecimento: é o padrão que órgãos de controle externo têm cobrado em auditorias de frota municipal. O Trilha Frota entrega isso pronto, com prova documental automática a cada abastecimento.
O preço vira negociação na bomba. Sem teto, sem referência, sem como provar depois se o valor pago era justo.
Nota fiscal não diz onde o carro estava na hora do abastecimento. Sem telemetria, a suspeita não vira prova.
O controle interno perde dias digitando chave de acesso de NFC-e uma a uma, no fim do mês, sob pressão de prazo.
O saldo do contrato ou da cota só aparece quando já passou do limite — e aí o problema já virou fato consumado.
Não é hipótese, nem exclusividade de um estado. Órgãos de controle externo vêm cobrando, com frequência crescente, o mesmo padrão de achado em auditorias de frota municipal: ausência de identificação de condutor no abastecimento, falta de registro de itinerário e finalidade da viagem, diário de bordo inconsistente e nenhum fiscal formalmente designado para o contrato. É um padrão que já apareceu em municípios de diferentes regiões do país, não um caso isolado. O Trilha Frota nasceu para resolver exatamente esse padrão de achado, em qualquer estado.
Três peças, um mesmo servidor decidindo o que pode e o que não pode.
Cada bem da frota recebe um cartão próprio. O condutor se identifica por PIN. Sem cartão reconhecido, sem PIN certo, não sai combustível.
PWA que roda no celular comum do frentista — com NFC, funciona offline e exige foto do painel da bomba. Nenhum equipamento novo para comprar.
O servidor cruza o abastecimento com a posição do rastreador do veículo. Presença fora da cerca do posto vira divergência, não vira pagamento sem revisão.
Do PIN do condutor ao relatório assinado, tudo fica registrado — nada se perde entre a bomba e a prestação de contas.
Cartão do veículo + PIN do condutor. Cartão desconhecido ou PIN errado vira recusa registrada, não abastecimento.
O frentista informa o litro medido na bomba, fotografa o painel e o aparelho registra a posição GPS do celular no instante da transação.
O servidor cruza o horário do abastecimento com o rastreador do próprio veículo. Fora da cerca do posto, a transação é marcada como divergente para revisão — nunca apagada.
Cota da unidade, saldo do contrato e disponibilidade do empenho são verificados juntos, na hora. Sem folga em qualquer um deles, a maquineta recusa.
O posto anexa a NFC-e daquele abastecimento específico — por QR code ou chave manual — e o sistema confere o dígito verificador na hora.
O fiscal revisa cupom, foto e divergências no painel antes de liquidar. Só então a competência do posto se fecha — com todo o histórico, de quem fez o quê e quando, gravado na trilha de auditoria.
Um abastecimento só passa se couber nos três — e eles são independentes entre si.
Teto mensal de gasto por unidade ou por veículo, definido pela gestão da frota.
O que o contrato ou a ata autoriza, em litros e em valor. Descoberto pelo posto e pela data — o frentista não escolhe nada.
O que foi comprometido no orçamento. Barra a liquidação, não a transação na bomba.
A partir de 90% do limite o sistema alerta; a partir de 100%, bloqueia. Aditivos respeitam o teto de 25% do art. 125 da Lei 14.133.
Importa semanalmente o Levantamento de Preços da ANP e aplica o teto por litro, com recuo automático para a média estadual quando o município não é pesquisado.
O posto lê o QR da NFC-e pela câmera do celular e anexa o cupom na hora — ou logo depois, pela lista de pendentes. O fiscal confere no painel antes de fechar a competência.
O posto revisa a competência e envia a nota fiscal geral do mês num navegador comum, sem celular nem câmera — sessão própria, isolada do painel.
Gerador próprio, sem dependência externa: texto selecionável e pesquisável, brasão do município, espaço de assinatura — pronto para prestação de contas.
Cada recusa é gravada com motivo, cartão, condutor e payload completo — nada é fornecido nem pago fora das regras, e o padrão de repetição fica visível.
Admin, gestor, fiscal técnico, fiscal administrativo, controle interno e ordenador — cada um com sua tela, cada ação com trilha de quem fez e quando.
Telas reais do sistema em execução — a mesma interface que o frentista e o gestor usam todos os dias.
O demonstrativo por posto reúne todos os abastecimentos do mês contra os quais o fiscal confere a nota fiscal, o mesmo documento que sustenta a prestação de contas perante o órgão de controle externo.
Em operação real desde 29 de agosto de 2026, não é piloto, é produção. O valor é calculado pelo tamanho da frota, sem taxa de administração sobre o litro abastecido. Conte quantos veículos e máquinas você tem e a gente calcula na hora.
O Trilha Frota não faz o credenciamento dos postos, isso continua sendo a licitação do seu município (art. 79 da Lei 14.133). O sistema entra depois, controlando cada abastecimento nos postos já credenciados.
Conte o tamanho da sua frota e a rotina atual de abastecimento — a gente mostra como o Trilha Frota se encaixa, do posto ao relatório final.